sábado, 16 de dezembro de 2017

Marquês de Marialva Grande Reserva 2012 Branco

MARQUÊS DE MARIALVA GRANDE RESERVA 2012 BRANCO | BAIRRADA | 13,5% | PVP  12€
ARINTO
ADEGA COOPERATIVA DE CANTANHEDE, CRL
16,5

Cor amarelo definido, nuances douradas, aspecto limpo e brilhante. Nariz com citrino em primeiro plano, casca de laranja, algum salino, barrica a compor embora ainda presente, baunilha, coco, mineral e fresco. Boca com acidez vivaz, boa untuosidade e volume, envolvente, fruta citrina, laranja e tangerina, também aqui alguma salinidade, equilibrado e com final de boca persistente e fresco.

Duas Quintas Reserva 2016 Branco

DUAS QUINTAS RESERVA 2016 BRANCO | DOURO | 13,5% | PVP  16€
RABIGATO, VIOSINHO, ARINTO, FOLGAZÃO
RAMOS PINTO VINHOS, SA
16,5

Este vinho é o resultado de uma selecção de uvas provenientes de duas quintas emblemáticas no Douro. Ervamoira e Bons Ares. Sem dúvida um grande vinho branco, versátil à mesa e com um potencial enorme de guarda.
Para além disso, o preço é bastante atractivo para o que vamos depois "colher".
Cor amarelo citrino, leves esverdeados, aspecto jovem e limpo. No nariz mostra-se elegante, com notas citrinas e também mais exóticas bem ladeadas por notas de flor branca, fruta amarela de caroço e pedra lascada que lhe conferem muito frescura. Boca com volume e textura, enche o palato, com secura fina, limonado verde, mineral e de final longo.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Quinta do Valdoeiro QV Castelão 1996 Tinto

QUINTA DO VALDOEIRO QV CASTELÃO 1996 TINTO | BEIRAS | 12,5% | PVP  -€
CASTELÃO
SOCIEDADE AGRÍCOLA E COMERCIAL DOS VINHOS MESSIAS, SA
16

A casta Castelão, com mais de vinte anos, e de uma região onde habitualmente não costuma marcar presença, com efeito, é uma das variedades mais cultivadas no sul do país, sendo particularmente popular nas denominações do Tejo, Lisboa, Península de Setúbal e Alentejo. Mas... e por não também aqui?
Cor de tonalidades vermelha e alaranjados definidos, intenso, ainda alguma concentração, limpo. No nariz, após algum tempo de abertura da garrafa, apesar de leve nota de couro, mostra-se e bem a fruta preta, a ameixa preta passa, o figo seco, bolo inglês, especiarias, fresco e complexo. Continua a dar muito prazer na prova de boca. Vivo, com acidez, ligeira secura, talvez um pouco rústico, tanino polido, equilibrado e envolvente. Final de boca longo.
A pedir por comida com alguma estrutura. Pensei logo num cabrito assado no forno, mas o pernil que lhe fez companhia também me deixou de sorriso aberto.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Quinta das Bágeiras Garrafeira 2010 Branco

QUINTA DAS BÁGEIRAS GARRAFEIRA 2010 BRANCO | BAIRRADA | 13,5% | PVP  16€
MARIA GOMES, BICAL
MÁRIO SÉRGIO ALVES NUNO
17

São uvas provenientes de vinhas com mais de 75 anos de idade que compõem este branco bairradino vinificado em bica aberta, que passa por antigos tonéis de madeira onde já ocorreram centenas de vinificações e que é engarrafado sem qualquer tipo de filtragem ou colagem.
Um grande branco de guarda conforme é prova este Garrafeira com cerca de 7 anos e com uma juventude e frescura que parece ser da colheita mais recente.
Cor amarelo citrino, nuances esverdeadas, aspecto jovem, muito jovem para um branco já com alguns anos. No nariz notas de fruta amarela madura e citrinos, toranja e tangerina, ligeira nota de oxidação, perfil mineral, pedra lascada, fresco. Boca com uma vivacidade fabulosa, acidez acutilante, a secar o palato, a puxar saliva, com fruta citrina, toranja, laranja amarga, equilibrado, com volume e textura mordiscàvel. Final de boca longo.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Quinta dos Murças Minas 2016 Tinto

QUINTA DOS MURÇAS MINAS 2016 TINTO | DOURO | 13,5% | PVP  12€
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA, TINTA FRANCISCA, TINTA RORIZ, TINTO CÃO
MURÇAS, SA
16

O Quinta das Murças Minas é produzido com uvas provenientes de vinhas orientadas a Sul, onde se encintram cinco minas de água, que refrescam e devolvem o equilíbrio à vinha.
Cor rubi intenso, concentrado, de violetas bonitos e de aspecto limpo. No nariz a fruta vermelha e preta encontra-se bonita, jovem e fresca, com perfumados florais, alguma esteva e notas de barrica leves e completamente integradas. Na boca apresenta boa textura, acidez no ponto, com taninos bem firmes, ainda um pouco jovens e com a fruta muito bem colocada e fresca.
Um conjunto equilibrado e fresco, um pouco raçudo e com final de boca longo e persistente.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

10 Dicas Para Levar o Vinho à Ceia de Natal

Neste momento já existe aquele formigueiro impossível de ignorar que é a aproximação da noite de Natal. O stress começa, pouco a pouco, a instalar-se com alguns pesadelos e suores nocturnos que acabam sempre da mesma forma, isto é, como é que eu faço para não falhar nada na ceia de Natal com os vinhos que estou a escolher?
O que interessam as prendas quando há uma ceia onde tenho de escolher os vinhos a beber, pensar nas harmonizações, no que cada um dos presentes gosta e de toda a quincalharia que é necessária para que nada falhe?
Vamos lá ler com atenção as 10 dicas seguintes, que não sendo as únicas, considero das mais importantes que que tudo corra de feição:

1. Quantidade: calcular cerca de meia garrafa por pessoa, embora seja conveniente ter mais uma ou duas de reserva;

2. Saca-Rolhas: chegar o momento e não ter como abrir a garrafa é um pesadelo. Um bom saca-rolhas bem perto seja ele o tradicional, de laminas ou de ar, o que interessa é poder abrir a garrafa como deve ser;

3. Decanter: sim, sim. pelo sim, pelo não tenha um por perto. Nunca se sabe quando surge aquela garrafa em que alguém diz: -Isto se houvesse um decanter é que era!

4. Cuidado com as Pingas: um noite perfeita e com uma toalha linda cheia de manchas e nódoas de vinho. Drop stops nas garrafas please;

5. De quem é o copo? Com tanta gente às vezes a confusão instala-se. De quem é este copo e onde está o meu? Marcadores de copos é a solução. E até há uns com motivos natalícios;

6. Quando Abrir? Há vinhos que podem e devem ser abertos um pouco antes. Principalmente os tintos. Abra esses com tempo e deixe-os a respirar antes de ir para a mesa. Vai sentir a diferença;

7. Que tipo de vinhos servir: Para mim essencial ter um espumante para abrir ainda quase como pré-refeição, vinho branco e vinho tinto para a refeição em si e um ou dois tipos de vinho fortificado como Vinho do Porto ou Moscatel para a sobremesa e pós-sobremesa. Mas faça a sua escolha. Pode ser tudo tintos;

8. Temperaturas: não se esqueça que neste dia poderão existir imprevistos de última hora, mas não se esqueça de servir cada um dos vinhos à temperatura certa sendo que, provavelmente a sala de jantar estará a um temperatura mais alta que o normal e que por isso os vinhos deverão ir para a mesa um pouco mais frios do que o habitual pois a tendência será que esta suba mais rapidamente;

9. Copos: uma mariquice? não é bem assim. É noite de festa, de descontracção, de momento com a família, mas isso não impede de tirar o máximo prazer de cada vinho que vamos beber. O copo correcto é essencial;

10. Os vinhos: Será com certeza uma noite de descontracção e sem grandes formalidades. Apesar de não concordar que se leve à mesa o vinho habitualmente chamado de para o dia-a-dia, pois esta é sem dúvida uma data especial, também não valerá de muito ter à mesa apenas os chamados topos de gama. Avalie bem que vai estar à mesa consigo nessa noite que o tipo de vinho que fará mais sentido.

Bem.... ainda tem tempo de comprar o que está em falta. Feliz noite de Natal!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Palácio da Brejoeira Alvarinho 2016 Branco

PALÁCIO DA BREJOEIRA ALVARINHO 2016 BRANCO | VINHO VERDE | 13,5% | PVP  16€
ALVARINHO
PALÁCIO DA BREJOEIRA VITICULTORES, SA
16
O Palácio da Brejoeira, verdadeiro ex-libris da região de Monção e do vinho produzido a partir da casta Alvarinho, foi mandado construir no inicio do século XIX e só já nos anos 30 do século XX, aquando da mudança de mãos da propriedade para a família que até há pouco tempo ainda era residente no Palácio, ocorreu uma reestruturação de toda a propriedade e se procedeu à plantação e à comercialização do bem conhecido vinho de casta Alvarinho com o mesmo nome do Palácio.
Cor amarelo citrino, ligeiros esverdeados, aspecto limpo e brilhante.  No nariz pontificam as notas de fruta branca de caroço, citrino leve, sensação adocicada e boa frescura de conjunto. Desilude um pouco na prova de boca, onde apesar de tudo aparecer na medida certa, parece faltar um pouco de tensão e profundidade dando-lhe um final de boca mais curto do que o esperado.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails