domingo, 20 de julho de 2014

Collares Reserva 1969 Branco

Características
Tipo: Vinho Branco
Castas: Malvasia de Colares
Região: Colares
Teor Alcoólico: 11%
Produtor: Viúva José Gomes da Silva & Filhos
Preço: 15€€ vap

Nota de Prova
Este é sem dúvida um branco que resistiu ao tempo e que nos diz muito do potencial da região de Colares para produzir vinhos que duram e duram, ano após ano. Um pouco esquecido pelo consumidor, ávido por brancos do ano que muitas vezes nem prontos estão, este colheita de 1969 chegou até nós em quantidade suficiente para satisfazer alguns gulosos enófilos. Apresenta já um cor dourada, quase que âmbar e aromas que denunciam já notas terciárias e muita fruta seca. Nota-se o tempo também na boca, um pouco já em declínio, mas ainda com alguma acidez e vivacidade e com aquele travo salino que é tão característico dos vinhos desta região. Um brinde a quem o fez e a quem continua a possibilitar a compra destas verdadeiras preciosidades. E só tem 11% de álcool... e chegou cá.

Classificação: 80/100

sábado, 19 de julho de 2014

Poliphonia Signature 2007 Tinto

Características
Tipo: Vinho Tinto
Castas: Petit Verdot e Aragonez
Região: Alentejo
Teor Alcoólico: 14%
Produtor: Monte dos Perdigões - Granacer SA
Preço: 25,75€ vap

Nota de Prova
A gama Poliphonia surge nos vinhos Granadeiro como homenagem a Luís de Freitas Branco, reconhecido compositor português e uma das mais importantes figuras da cultura portuguesa do século XX, e que terá tido como sua morada o Monte dos Perdigões de onde saem as uvas para este vinho e para o Poliphonia Reserva. No meu copo surge granada intenso e concentrado, opaco e de aspecto limpo. Aromas com fruta preta madura bem colocada, com notas especiadas, tostado leve quase não se percebendo os 18 meses de barrica, equilibrado e com notas fresca de alguma folha de eucalipto. Na boca está macio, aveludado, espesso, gordo, polido e pronto a beber. A fruta está bem presente, com alguma especiaria e travo vegetal, fresco e de final de boca longo. O tempo não foi carrasco e está em boa forma.

Classificação: 90/100

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Restaurante "La Parisienne" - Lisboa


O mais recente espaço de restauração na zona do Chiado (Largo Rafael Bordalo Pinheiro) dá pelo nome de La Parisienne. Um projecto de Olivier Vallancien e sua mulher Lumir Ardant-Leverd que tendo já alguma experiência por terras gaulesas resolvem arriscar e apostar na abertura de um restaurante de cozinha francesa em plena Lisboa.

Depois da escolha do espaço, num Largo Rafael Bordalo Pinheiro que desespera pelas prometidas obras de requalificação e que o transformará num bonito espaço pedonal com os espaços comerciais em volta a contribuírem para lhe dar mais vida, havia que escolher o Chef para a sua cozinha. Xavier Charrier, que até esse momento espalhava a sua magia numa pequena charcutaria no Linhó, respondeu ao anuncio e aceitou o desafio de liderar a cozinha do La Parisienne.

Quando entramos no La Parisienne entramos num restaurante que respira o País de origem dos seus criadores. Informal, acolhedor, com a decoração a reflectir muitas referências parisienses, vinhos franceses alinhados de perfil perto da cozinha, algum sotaque que nos faz viajar e todo um je ne sais quoi que nos transporta de Lisboa para Paris em poucos segundos.
Na aposta em produtos frescos e de qualidade pretende-se também marcar a diferença. Um ementa não muito extensa que permite consistência e qualidade em conformidade com a sazonibilidade dos produtos. Interessante que minutos antes de me sentar à mesa chegou ao restaurante um cesto com legumes frescos da Quinta do Poial que trouxe também aquela marca mais acomchegante à própria cozinha. Quase como ir à horta colher umas verduras para servir um pouco depois.

A ementa neste dia proporcionou uma viagem por alguns dos pratos emblemáticos na Ementa. Simplicidade acima de tudo, muita frescura, sabor e paixão em cada prato. 

Entrada de Charcuterie com Rillete de Porco, Saucisson d’Ardèche, Presunto d’Ardèche, Andouille de Guéméné e Terrine de Presunto com Ervas.

 Foie Gras "Au Torchon" caseiro e tostas grelhadas

Alho Francês Au Vinagrete e ovo escalfado

 Filete de Robalo com molho de Pimenta Rosa e Legumes Biológicos

Tartare de Vaca Cortado à Faca com Salada e Batata Frita Caseira

 Profiterolles Au Chocolat Caseiro

 Crème Brûlée
_________________________________________
LA PARISIENNE BISTRO FRANÇAIS
Largo Rafael Bordalo Pinheiro 18,
Lisboa
Tel: 964 203 947

Aberto todos os dias da semana
Horário:
12:00 | 15:30 e 19:00| 00:00
Preço médio refeição:  25€ com copo de vinho

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Fonte de Gonçalvinho Encruzado 2010 Branco

Características
Tipo: Vinho Branco
Castas: Encruzado
Região: Dão
Teor Alcoólico: 13,5%
Produtor: Agriema, Lda
Preço: 5€ vap

Nota de Prova
Encontrei este Encruzado de 2010 à venda já este ano num supermercado em Seia. Talvez por esquecimento pois brancos com idade não é coisa comum neste tipo de estabelecimento; ou talvez mesmo de propósito sabendo-se da crescente procura por este género de branco, o certo é que pelo preço veio direitinho para casa. A garrafa 301 de 600 apenas. Quando caiu no copo, de cor amarelo definido e com nuances ainda esverdeadas, pensei logo que afinal ainda estava ali um vinho branco ainda novo. Ainda muito. A necessitar de tempo no copo, abre lentamente e vai mostrando aos poucos os seus aromas frescos, com acidez ainda acutilante, a secar por completo a boca. Grande frescura e sem presença das marcas do tempo. Cor, nariz e boca ainda cheios de frescura e juventude. Satisfação a baixo preço e com potencial para envelhecimento. A segunda unidade fica guardada pelo menos mais uma ano.

Classificação: 89/100

quarta-feira, 16 de julho de 2014

As Novidades Lavradores de Feitoria no Memmo Alfama Hotel Lisboa

Com vista privilegiada sobre o Rio Tejo e sobre a cidade de Lisboa, no Wine Bar & Terrace do Memmo Alfama Hotel Lisboa, decorreu a apresentação e prova das novas colheitas de brancos da Lavradores de Feitoria. As novas colheitas da linha Três Bagos e as novidades absolutas com um Riesling e um Colheita Tardia para juntar ao já alargado portefólio desta casa.

A CEO da Lavradores de Feitoria, Olga Martins, e o Director de Enologia, Paulo Ruão, apadrinharam este momento que também serviu para mostrar, ao vivo e a cores, o formato Wine In Tube (WIT) com a nova colheita do Três Bagos Sauvignon Blanc 2013.

RUI PAULA RIESLING 2012 BRANCO | DOURO | 12% | PVP n.d.
RIESLING
Cor amarelo palha seca, leves esverdeados. Aromas com boa intensidade, notas petroladas, de inicio bem evidentes e marcadas, citrinos, lima, frescura. Boa acidez, seco, com boa intensidade, longo, apelativo e longo.
CLASSIFICAÇÃO - 86/100

TRÊS BAGOS 2013 BRANCO | DOURO | 13% | PVP 6€
VIOSINHO, GOUVEIO, MALVASIA FINA
Cor amarelo citrino, palha seca, aspecto limpo. Nariz directo, boa intensidade, fruta de caroço, algum melão maduro, fino traço mineral. Na boca surge fresco, com acidez equilibrada, boa secura, algum corpo e boas notas citrinas. Final de bica longo.
CLASSIFICAÇÃO - 80/100

TRÊS BAGOS SAUVIGNON BLANC 2013 BRANCO | DOURO | 13% | PVP 8,50€
SAUVIGNON BLANC
Cor amarelo citrino, aberto e de aspecto cristalino. Aromas intensos a fruta tropical, maracujá, abacaxi envolto em traço verdasco, espargos. Na boca boa acidez e notas mais citrinos, fruta tropical e com verde menos impresso. Final longo e elegante.
CLASSIFICAÇÃO - 84/100

TRÊS BAGOS COLHEITA TARDIA 2010 BRANCO | DOURO | 14,5% | PVP 12€
SEMILLON
Cor amarelo com laivos dourados, aspecto limpo e de lágrima escorreita. Aromas exuberantes, citrinos bem ligados com notas mais meladas, figo seco, alperce passa, boa frescura. Na boca continua com boa frescura, ligeira untuosidade, cremosidade, com travo doce equilibrado, com um final de boca com toque mais casca de laranja e toranja que não nos deixa aborrecer.
CLASSIFICAÇÃO - 86/100

terça-feira, 15 de julho de 2014

Mythos 2008 Tinto

Características
Tipo: Vinho Tinto
Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Cabernet Sauvignon
Região: Tejo
Teor Alcoólico: 14%
Produtor: Quinta do Casal da Coelheira
Preço: 18,5€ vap

Nota de Prova
Produzido apenas em anos de colheitas consideradas de excepcional qualidade, surge este tinto da região Tejo, topo da Quinta do Casal da Coelheira, com grande potencial de envelhecimento e com lugar de destaque quando levado à mesa. Mostra-se de cor rubi carregada, intenso e ainda mantendo nuances joviais. Nariz intenso, com notas florais, muita fruta vermelha e preta madura, alguma compota, com notas de barrica bem posicionadas e discretas. No palato surge ainda cheio de vida, confirma que será um vinho de guarda para os mais pacientes, complexo, robusto, volumoso e ainda um pouco austero. Revela taninos seguros e bom equilíbrio, profundo e com final longo.

Classificação: 90/100

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Quinta do Infantado LBV 2008

Características
Tipo: Vinho do Porto
Teor Alcoólico: 19,5%
Produtor: Quinta do Infantado, Vinhos do Produtor, Lda
Preço: 14,99€ vap

Nota de Prova
Comprei este vinho com a intenção única de o casar com Queijo da Serra. Seria repasto solitário se não o tivesse dado a provar aos convivas que à mesa davam vivas ao queijo com marmelada caseira, mas que de Vinho do Porto não eram apreciadores. Provaram, beberam, repetiram e acabaram com a garrafa. Se não eram apreciadores até tremo quando o forem. O facto é que o casamento foi mais do que perfeito e este LBV está em grande forma para beber já. Com uma cor retinta e fechada e aromas ainda cheios de fruta preta compotada, cativa sem sequer o levarmos à boca. Na boca está com uma vivacidade e uma fruta gulosa que brilha tanto a sós como junto com queijos fortes como o da Serra.

Classificação: 89/100

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Terra Larga | Vinhos de um Tejo Ribatejano

A viagem até aos vinhedos onde os Terra Larga e Areias Gordas nascem não é longa. Confesso que saio de casa com alguma expectativa do que vou encontrar e dos vinhos que irei provar sendo que apenas conheço o Areias Gordas Colheita Tardia 2009 e o Tinto Ao Contrário também da colheita de 2009. A caminho até Salvaterra de Magos, mais conhecida pela criação de cavalos e touros para os espectáculos Tauromáquicos, e pouco depois estou rodeado por terrenos agricolas e com o Rio Tejo à minha esquerda. Parcela após parcela apenas vislumbrava produtos horticolas até que, quase que por magia, uma vinha. Cheguei!

À minha espera o produtor e enólogo Tomás Vieira da Cruz, um Senhor do vinho português com marca deixada desde 1996 em algumas casas bem conhecidas do panorama Nosso vinico. Quer como enólogo quer como Consultor, a passagem pela Adega Cooperativa de Borba, Sogrape Quinta dos Carvalhais, Dona Berta ou Quinta dos Termos, entre outros, mostram experiência e capacidade para nos surpreender onde quer que seja. E sei que aqui não será diferente.

Rapidamente fomos visitar as vinhas. Adoro sentir o aroma da terra e da vinha. Em volume as castas brancas são as rainhas do Terroir com o Fernão Pires em destaque, mas também com a Alvarinho, o Arinto e a Semillon como companhia. A Touriga Nacional, o Cabernet Sauvignon, a Tinto Cão, a Tinta Roriz e a Alicante Bouschet são as tintas. Mora por ali o sonho de um dia poder ser praticamente só castas brancas.

O terroir, que não se quer de biodinâmico, mas apenas dinâmico e com muita biodiversidade, parece viver às ordens de Tomaz Vieira da Cruz. Tudo a seu tempo para que se produzam dali vinhos à imagem do enólogo e principalmente brancos de excepção.

Um passinho até à adega e toca de provar o que havia em inox. Aqui sou surpreendido pela primeira vez. Vinhos praticamente prontos, cheios de vida, grande acidez, frescura e um potencial imenso. Como é possivel não conhecermos estes vinhos? Vinhos gastronómicos, com potencial de guarda e com preços altamente competitivos. É preciso ainda mais trabalho para desmistificar o nome desta região produtora de vinhos em quantidade e cada vez mais também qualidade.
Mais tarde, a prova de praticamente toda a gama de vinhos do produtor, já com possibilidade de os harmonizar com a comida e com o segundo momento de surpresa. Vinhos brancos com idade, nem sequer os vou chamar de velhos, com uma frescura e vivacidade que faz esconder de vergonha muitos que nem um ano de vida têm. Diferentes, com muita frescura e principalmente com muito tempo pela frente. Sem dúvida um produtor que vale a pena seguir e conhecer melhor.
Os vinhos provados nesse dia foram:

AREIAS GORDAS 2009 | COLHEITA TARDIA | 13% | PVP 20€
FERNÃO PIRES
Um colheita tardia de eleição.  Apresenta com âmbar definida, brilhante e atraente. No nariz somos invadidos pelo aroma intenso do melaço, fruta seca e passa, pêssego maduro e o toque floral com a flor de laranjeira. Está viciante, complexo e com frescura. Rendi-me na boca ao toque untuoso, macio e aveludado com que sou presenteado. Doce, como se pretende, mas com toque citrinos que lhe dão equilíbrio e uma frescura desejada pois queremos continuar a bebe-lo. Um final de boca extra ordinário e terninamos a dar graças por a garrafa ser de 750ml.

5ª. DE MAHLER 2000 | BRANCO | 12,5% | PVP 4€
FERNÃO PIRES
Os vinhos brancos com idade estão hoje na moda. São mais procurados e mais compreendidos. Um branco de cor amarelo carregado, praticamente dourado, limpo. No nariz salta a fruta cozida, com boa intensidade e bem ligada com traços de alguma fruta seca e ligeiros tostados muito finos. Está em forma e a beber já. A prova de boca confirma isso mesmo. Fresco e com vivacidade, acidez equilibrada, ainda alguma fruta, algum sumo, todavia quero crer que este seja o melhor momento para o beber. Junte-lhe comida. Peixe assado no forno, umas iscas de leitão em cebolada. Belo.
AREIAS GORDAS 1997 | BRANCO | PVP 4€
ARINTO, TRINCADEIRA DAS PRATAS, FERNÃO PIRES
Por incrivel que parece este foi o gama de entrada deste produtor durante anos e que, segundo o produtor, pouco se vendeu no anos de lançamento. Que sorte para nós agora!
Cor já marcada pelo tempo, amarelo de tonalidade palha dourada, aspecto limpo. Aromas com intensidade média, notas de algum envelhecimento, mas não demasiadamente marcadas. Volto ao rótulo para me certificar que o ano é mesmo 1997. Também na boca está fresco e vivaz. Com bom equilibrio. Vinhos brancos para envelher? Concerteza!
AREIAS GORDAS 2000 | BRANCO | PVP 4€
ARINTO, TRINCADEIRA DAS PRATAS, FERNÃO PIRES 
Um pouco no seguimento do 1997, mas neste caso, visualmente não está tão marcado pelo tempo. Aliás é surpreendente a cor que este branco ainda tem passados praticamente 14 anos. A fotografia diz muito. Aromaticmante muito semelhante e não boca surpreende por parecer mais evoluido que o anterior. Não trocámos a garrafa por isso está correcto. Um exemplo de bom envelhecimento e de garantia de qualidade após tantos anos.

TERRA LARGA 1999 | BRANCO | 12,6% | PVP 10€
ARINTO, TRINCADEIRA DAS PRATAS, FERNÃO PIRES
Este branco é sem dúvida de compra obrigatória. Esqueçam os preconceitos para com o vinho branco, esqueçam que se trata de um branco de 1999 e nem sequer pensem que é do Ribatejo. Bebam apenas e passem pela mesma experiência que eu.
Apresenta cor amarela palha dourada, brilhante e limpa. Aromas inebriantes que não cansam, fruta de madura bem ligada com notas de alguma fruta seca, fresco e desafiador. Na boca ficamos rendidos à sua maciez, untuosidade e leve toque mais doce numa bem rendilhada ligação com um acidez que lhe dá um estalo de vida.  Beba-se e junte-se-lhe comida e amigos.
AREIAS GORDAS RESERVA 2000 | TINTO | PVP 5€
Passados praticamente 14 anos este é um vinho que continua vivinho, com grande acidez e com algum tempo ainda pela frente. As notas da pasagem dos anos são leves que na cor, quer nos aromas e quer mesmo na boca, o que faz com que seja uma experiência prazenteira e com um vinho que todos julgariamos já ido. Tinto cheio de frescura e, tal como os restantes, pronto a juntar a um bom prato ribatejano. Gastronómico.

AO CONTRÁRIO 2009 | TINTO | 12% | PVP
TINTO CÃO
Um vinho como o próprio nome diz Ao Contrário. Ao contrário do que é pedido, ao contrário do que por vezes é exigido. Para além de apenas se encontrar em garrafas magnum (1,5l), apresenta cor muito aberta para um tinto, pouca concentração em tonalidades violaceas destacadas. Aromas onde a fruta é rainha, com bastante frescura, sem madeira  notória e muito clean e correcto. Na boca encontramos frescura, muita fruta fresca, não é aquele tinto encorpado a que estamos habituados, todavia dá prazer beber e acompanhar à refeição. Tem um final de boca persistente e apenas 12% de alcool. É ao contrário, é diferente, mas acabamos a gostar dele.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Pala da Lebre 2013 Branco

Características
Tipo: Vinho Branco
Castas: Gouveio, Rabigato e Malvasia Fina
Região: Douro
Teor Alcoólico: 13%
Produtor: Patamar Ancestral Unipessoal, Lda
Preço: 5,85€ vap

Nota de Prova
Produtor recente da região do Douro, lança o seu primeiro vinho, um branco, feito a partir das uvas da Quinta de Penalva, a 450 metros de altitude, com um nome diferente e um rótulo bastante sugestivo e despertador de atenções. Apresenta cor amarelo citrino, nuances esverdeadas, aspecto novo e límpido. No nariz surge frutado, fruta tropical, abacaxi maduro, lima, traço mineral, muito directo. Na boca surpreende com acidez acutilante, sequinho e com bom corpo. Perfil citrino, sumarento e com alguma estrutura que me leva a pensar num vinho branco que também ligará bem à mesa com pratos com mais alguma complexidade. Final de boca de média intensidade e fresco.

Classificação: 82/100

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