quarta-feira, 22 de março de 2017

Soalheiro Oppaco 2014 Verde Tinto

SOALHEIRO OPPACO 2014 TINTO | VINHOS VERDES | 12% | PVP  16€
VINHÃO, ALVARINHO
VINUSOALLEIRUS, LDA
16,5

Este Oppaco merece cada vez mais um lugar de destaque na lista de vinhos verdes tintos que vai saindo todos os anos. Acaba por ser um perfil um pouco diferente dos Vinhão já conhecidos, prima por mais frescura, mais elegância, mas acima de tudo uma maior leveza e delicadeza. A junção de Alvarinho em 15% ao Vinhão, aliado ao estágio parcial do lote em barricas de carvalho francês transformam-lhe a tez e o resultado final acaba por ser uma bela surpresa. Um caminho diferente nos vinhos tintos da região.
De cor rubi, vermelho concentrado, aberto nos bordos e de aparência jovem e límpida. No nariz, após deixá-lo respirar um pouco, destacam-se, com elegância, os aromas a fruta vermelha e preta, frutos silvestres, morangos, algum grafite, tinta da china e um toque vegetal fresco. Desafiante. Na boca continua a mostrar essa já referida elegância e frescura, com a fruta vermelha bem fresca, tanino praticamente polido e de término longo.
Para mim, sem dúvida um vinho de verão, quando muitos o destinam mais a estações de baixas temperaturas. Uma posta de salmão, gordo, na grelha, os pratos de caça e o fumeiro asseguram-lhe um casamento feliz.

terça-feira, 21 de março de 2017

Mesas Bohemias | Quandos Os Restaurantes Trocam De Cidade

Se há coisa que define o Português é a sua capacidade para encontrar um restaurante, onde de facto se pode ser feliz, ou onde se pode comer aquele prato feito com toda a mestria e depois aconselhá-lo sempre que pode, e de peito bem inchado, a amigos, conhecidos e turistas.
São, por norma, restaurantes de cozinha tradicional portuguesa, com pratos emblemáticos pelos quais por vezes se percorrem muitos e muitos quilómetros e para os quais vamos deixando um espacinho na nossa lista de locais a visitar. 

Rodrigo Meneses pegou nesta premissa e  pensou como seria se os restaurantes viajassem para outra cidade, permitindo saborear o prato preferido sem os quilómetros acrescidos? Seria possível construir uma forma prática e que realmente pudesse oferecer uma verdadeira experiência desses locais?
O Mesas Bohemias nasceu como a resposta. Uma nova experiência Gastronómica e Cervejeira, em que os restaurantes trocam de cidade, sempre acompanhados pela Cerveja Bohemia. 

De 30 de Março a 2 de Abril, o restaurante D. Afonso O Gordo, em Lisboa vai ceder o seu lugar à Casa Inês, restaurante emblemático da Cidade Invicta. É neste espaço que se vão cozinhar os irresistíveis Filetes de Polvo com Arroz do Mesmo, um dos três pratos que vão compor a harmonização com as três Cervejas Bohemia. 
Na semana seguinte, de 6 a 9 de Abril, é a vez do Restaurante Noélia, de Cabanas de Tavira rumar até ao Porto, instalando-se no BH Foz, 4 dias em que será possível saborear o melhor da cozinha Algarvia, e onde o famoso Polvo Trapalhão com Batata Doce estará à mesa acompanhado pelo corpo denso de uma Bohemia Bock. 
Em jeito de ante-estreia das Mesas Bohemias fui experimentar os restaurantes Casa Inês e Noélia em... Lisboa e fiquei com vontade de repetir tudo outra vez e curioso com os nomes dos restaurantes que virão a seguir.
É mesmo embarque numa experiência Gastronómica e Cervejeira, onde o vinho fica de parte, mas onde a cerveja Bohemia mostra toda a sua versatilidade à mesa, casando na perfeira com três pratos distintos incluíndo ainda uma entrada e a sobremesa.

Tapas de Muxama de Atum | Noélia
Dona de um sorriso aberto e caloroso, Noélia é um bastião da cozinha Algarvia e das suas receitas mais tradicionais. A procura dos ingredientes perfeitos é a sua missão e paixão, o que se torna evidente a cada garfada em cada um dos seus pratos.

Canja de Amêijoas | Noélia

Açorda de Galinha Serrana | Noélia

Pudim de Laranja do Algarve com Amendôa e Tarte de Alfarroba | Noélia

Sardinhas de Escabeche | Casa Inês
Conhecida pela extrema simpatia e pelos pratos divinais, Inês Diniz, do restaurante Casa Inês no Porto, é um exemplo perfeito do que é ser Cozinheira de Mão Cheia. Utiliza os produtos mais frescos e saborosos para confeccionar as receitas tradicionais mais representativas da memória gastronómica da Invicta.

Bacalhau à Gomes de Sá | Casa Inês

Bolinhas de Alheira com Agridoce de Abóbora | Casa Inês

Filetes de Polvo com Arroz do Mesmo | Casa Inês

Tripas À Moda do Porto | Casa Inês

Aletria e Rabanada | Casa Inês
________________________________________
MESAS BOHEMIAS
30 de Março a 2 de Abril | Restaurante D. Afonso O Gordo (Lisboa) recebe Restaurante Casa Inês (Porto) 
6 a 9 de Abril | Restaurante BH Foz (Porto) recebe Restaurante Noélia (Cabanas de Tavira)
Reserve o lugar à mesa em www.mesasbohemias.pt

segunda-feira, 20 de março de 2017

Real Companhia Velha Apresenta Cinco Novidades da Quinta dos Aciprestes

A Quinta dos Aciprestes estende-se por mais de 2 quilómetros sobre a margem esquerda do Rio Douro, na zona do Tua, contorna o Rio com as suas encostas suaves, numa área totalmente replantada com as variedades mais nobres da Região Demarcada do Douro. A propriedade sofreu recentemente trabalhos de reconversão das vinhas fazendo com que cerca de 90% das vinhas existentes serem agora plantações recentes e no sistema de vinha ao alto permitindo a mecanização de uma grande parte da propriedade.
Devido a sua localização, entre as sub-regiões do Cima-Corgo e Douro Superior, as suas vinhas beneficiam do excelente microclima local, que oferece condições ideais para o amadurecimento das castas nobres, Touriga Nacional e Touriga Franca.
Os vinhos produzidos na Quinta dos Aciprestes refletem as características da região ao demonstrarem concentração intensa, um excelente perfil aromático e muito encorpados.

A Real Companhia Velha apresentou recentemente uma mão cheia de novidades da sua Quinta dos Aciprestes. Pedro O. Silva Reis, Jorge Moreira e Rui Soares revelaram a novidade absoluta e edição muito limitada de 884 garrafas do Quinta dos Aciprestes Touriga Nacional Talhão 14 Grande Reserva 2013 Tinto, e as quatro novas colheitas Quinta dos Aciprestes 2015 Tinto, Quinta dos Aciprestes Reserva 2015 Tinto, Quinta dos Aciprestes Grande Reserva 2013 Tinto e Quinta dos Aciprestes Sousão Grande Reserva 2012 Tinto.
Vinhos que mostram a capacidade desta propriedade da Real Companhia Velha em produzir vinhos de qualidade e de enorme potencial de guarda e com carácter diferenciador das restantes.
Ainda lugar para voltar no tempo e passar os sentidos pelo Quinta dos Aciprestes Touriga Nacional 2004 que reforçou o potencial dos vinhos aqui produzidos revelando estar num magnifico momento de forma.

QUINTA DOS ACIPRESTES 2015 TINTO | DOURO | 14% | PVP 8€ 
VINHAS VELHAS
REAL COMPANHIA VELHA
15,5
Cor rubi, vermelho intenso e jovem, aspecto limpo. No nariz grande intensidade da fruta vermelha e preta, madura, muita ameixa preta, cereja madura, barrica bem ligada, baunilhados leves e pimenta branca. Jovem de boca, ainda a necessitar de algum tempo de garrafa,com muita fruta vermelha jovem, redondo, de final longo. Um vinho produzido a partir de vinhas velhas.

QUINTA DOS ACIPRESTES RESERVA 2015 TINTO | DOURO | 14% | PVP 15€ 
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA 
REAL COMPANHIA VELHA
16
Cor rubi, vermelho expressivo, aspecto jovem e límpido. Nariz com boa intensidade, fruta vermelha e preta, com notas florais leves, alguma laranja, com baunilha da barrica bem ligada e notas balsâmicas frescas. Na boca com bom volume, alguma secura, mais leve e fresco, com presença da fruta vermelha mais fresca e em equilíbrio com as notas de estágio em barrica. Final de boca longo. 

QUINTA DOS ACIPRESTES GRANDE RESERVA 2013 TINTO | DOURO | 14% | PVP 38€ 
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA
REAL COMPANHIA VELHA
17 
Cor vermelho rubi, com notas violetas, jovem e limpo. Complexo aromaticamente tendo em primeiro plano a fruta vermelha e preta madura, com vários layers seguintes de notas florais, pimenta branca, baunilha e tostados leves, balsâmico e fresco. Boca segura, complexo, estrutura, poderoso, mastigável e com boa secura. A fruta mostra-se fresca, em equilíbrio e com largura de boca. Termina longo e persistente. 

QUINTA DOS ACIPRESTES SOUSÃO GRANDE RESERVA 2012 TINTO | DOURO | 14,5% | PVP 40€ 
SOUSÃO 
REAL COMPANHIA VELHA
17,5
Cor vermelho violáceo concentrado, aspecto limpo. No nariz mostra-se muito elegante, com notas muito finas e frescas da fruta vermelha, algum vegetal, também ele leve, com notas de café torrado, toffee, tostado leve. Boca pujante, cheio de vida, boa acidez, com secura, fruta vermelha fresca, envolvente e com grande elegância não sendo perceptível a sua graduação alcoólica. Final de boca longo.
Um perfil do qual gosto muito, que encanta e que se revela prazeiroso à mesa.

QUINTA DOS ACIPRESTES TOURIGA NACIONAL TALHÃO 14 2013 TINTO | DOURO | 40 € 
TOURIGA NACIONAL
REAL COMPANHIA VELHA
17,5
Deste só existem 884 garrafas. Uma edição limitada que provém de um única parcela de Touriga Nacional identificada pelo produtor como Talhão 14.
Cor vermelho rubi, concentrado, aspecto limpo e jovem. Aromas expressivos da casta no terroir Douro, elegantse e de grande intensidade onde a fruta vermelha bem nítida se envolve em harmonia com notas de bergamota, especiaria fina, sugestão a cacau e muita frescura. Continua elegante e cheio de finess na boca, volumoso, pujante, com a fruta vermelha a mostrar-se mais uma vez em plano de destaque, revelando-se um conjunto equilibrado e harmonioso. Termina longo, persistente e a suspirar pela comida.

QUINTA DOS ACIPRESTES TOURIGA NACIONAL 2004 TINTO | DOURO | 15,5% | PVP €
TOURIGA NACIONAL
REAL COMPANHIA VELHA
16
Regressar no tempo com um Touriga Nacional 10 anos mais velho do que aquele agora lançado. Não são comparáveis, mas fica a curiosidade para o futuro do Grande Reserva Talhão 14.
Cor de tonalidade vermelha mais aberta, mas nunca a apontar para um vinho com 13 anos. As marcas da idade são pouco evidentes a este nível. No nariz um bocadinho. encontrando na boca um vinho  vivaço,  uma bomba ainda cheia de fruta,

sábado, 18 de março de 2017

Marquês de Borba 2016 Branco

MARQUÊS DE BORBA 2016 BRANCO | ALENTEJO | 12,5% | PVP  5,49€
ARINTO, ANTÃO VAZ, VIOGNIER
J PORTUGAL RAMOS VINHOS, SA
16

Acabado de chegar às prateleiras, a nova colheita do Marquês de Borba quer continuar a mostrar o seu perfil leve, apelativo e com um factor de destaque na relação qualidade preço.
 Cor amarelo citrino, esverdeados leves, mas nítidos, aspecto límpido e jovem. Intenso aromaticamente, com a fruta tropical madura a liderar, abacaxi no topo, e bem ladeado com notas citrinas da lima e notas calcárias em fundo. Revela boa estrutura de boca, acidez bem marcada e revigorante, mostra mais o fruto citrino e a maçã verde, fresco e equilibrado. Final de boca longo.
Saladas, peixe branco e algum peixe com mais gordura juntar-se-ão com mestria. .

quarta-feira, 15 de março de 2017

Nossa Calcário 2013 Tinto

NOSSA CALCÁRIO 2013 TINTO | BAIRRADA | 13% | PVP  25€
BAGA
FILIPA PATO VINHOS UNIPESSOAL, LDA
17

Será para mim fácil utilizar aqui o ditado popular "Filho de peixe sabe nadar", ou seja, e neste caso particular, Filha de Pato sabe nadar. Filipa Pato brinda-nos com um Baga cheio de elegância e frescura, complexo, desafiante e que atravessa agora um soberbo momento de forma.
Visualmente de cor rubi concentrado, mais aberto no bordo do copo e de aspecto limpo, mostra um perfil aromático pleno de elegância, leveza e frescura. Fruta preta do bosque nítida, cereja preta, amora silvestre e mirtilo, bolacha torrada, galão matinal, alguma turfa, envolto por uma brisa balsâmica fresca. Na boca continuamos num registe de elegância, acidez no ponto, equilíbrio em cada ponto, de tanino fino apesar de dizer presente.
Com um final de boca longo, a pedir para continuar, leve, sem pesar e a pedir o seu casamento à comida.

terça-feira, 14 de março de 2017

Procura 2013 Branco

PROCURA 2013 BRANCO | ALENTEJO | 13% | PVP  20,75€
VINHAS VELHAS
SUSANA ESTEBAN UNIPESSOAL, LDA
16,5

Para quem não acredita em vinhas velhas no alentejo este é um branco cuja procura de Susana Esteban fez encontrar em Portalegre a vinha perfeita e única para a produção deste vinho. Vinha velha com mais de 80 anos de idade de uma zona muito muito fresca do terroir alentejano.
Cor amarelo citrino, esverdeados leves, aspecto límpido e brilhante. No nariz mostra-se a complexidade da vinha velha, notas citrinas, pedra lascada, alguma maça reineta, um certo toque vegetal, plantas aromáticas da ribeira, algum petrolado e mesmo resinas, caruma de pinheiro.
Na boca ainda um pouco austero, vivaz, com volume e acidez a morder, muito citrino, amêndoa verde, novamente o mineral, que nos seca o palato e que nos faz  procurar  comida para companhia. Final de boca longo, muito mineral e fresco.
Espero por ele com mais tempo de garrafa e um queijo terrincho na mão.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Colinas do Douro Verdelho 2015 Branco

COLINAS DO DOURO VERDELHO 2015 BRANCO | DOURO | 13% | PVP  9€
VERDELHO
COLINAS DO DOURO SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16

Ainda há pouco tempo havia provado o rosé e já estou a provar agora o primeiro verdelho monocasta deste produtor. Momento para constatar que, de facto, a altitude é madrinha boa para este vinhos.
A frescura natural é evidente e depois há este traço mineral, pedra lascada, que aprecio muito nos brancos.
Apenas com passagem por inox e com 6 meses de batonage este é um branco de cor amarelo citrino, com nuances esverdeadas, de aspecto novo e límpido. No nariz a carga mineral é evidente, sentimos a pedra, bem ladeada com notas citrinas, alguma lima, e perfume floral em equilíbrio, num perfil fresco. Na boca primeira nota para alguma untuosidade e volume, aparecendo depois a toranja, o perfil citrino, sumarento, a secar o palato, a puxar pelo que se pode picar da mesa, com grande amplitude e com um final de boca tipo duracell.
Puxa pelo copo seguinte, merece tempo e atenção. .

quarta-feira, 8 de março de 2017

Há vinhos femininos e masculinos?

No Dia da Mulher uma pergunta tem de ser colocada. Há resposta certa? Mais uma publicação do Comer, Beber e Lazer no Enólogo Chef Continente.
"(...)Nem sempre assim foi, mas hoje em dia é possível falar em feminino nos vinhos sem a carga depreciativa de se tratarem de vinhos mais fracos de estrutura, mais leves ou docinhos. No fundo, um estereótipo falacioso criado para vinhos mais delicados, elegantes e com notas a cor de rosa.(...)" continuar a ler aqui.

terça-feira, 7 de março de 2017

Morais Rocha Reserva 2012 Tinto

MORAIS ROCHA RESERVA 2012 TINTO | ALENTEJO | 14% | PVP  14,95€
CABERNET SAUVIGNON, SYRAH
MORAIS ROCHA - JJMR SOCIEDADE AGRÍCOLA
16

As boas surpresas ainda vão tendo o seu lugar. Não conhecendo nenhuma das anteriores colheitas fez-se tábua rasa para provar este tinto reserva com berço por terras da Vidigueira. Um vinho que me mostrou muita frescura, bom traço vegetal e alguns traços do estágio em barrica que se mostraram acertados no conjunto.
Cor rubi concentrado, fechado e de aspecto limpo. No nariz o fruto preto silvestre mostra-se com nitidez e frescura, aliado a notas vegetais e florais bem ligadas, algum terroso mesmo, num balsâmico envolvente e diferenciador. Na boca revela muita e boa vida, a secar um pouco o palato, com corpo, volume, a fazer salivar por comida, com a fruta vermelha fresca em bom plano, em equilíbrio com alguma carga vegetal que vai aparecendo, pé ante pé, ao longo da prova. Termina longo e persistente.

domingo, 5 de março de 2017

Quinta Maria Izabel 2015 Branco

QUINTA MARIA IZABEL 2015 BRANCO | DOURO | 13% | PVP  21€
RABIGATO, CÓDEGA, VIOSINHO, ARINTO
QUINTA MARIA IZABEL, LDA
16,5

O meu primeiro vinho do novo projecto de João Carlos Paes Mendonça. Aposta num projecto com objectivos de produzir vinhos de uma gama de qualidade superior e que conta com a enologia e consultadoria do bem conhecido Dirk Niepoort.
Visualmente de cor amarelo citrino, translúcido, esverdeados suaves, aspecto limpo e brilhante. Perfil aromático com frescura e elegância com presença da fruta citrina, da ameixa amarela, fruta de polpa branca, leves notas florais, flores brancas e fundo mineral fresco. Boca de estrutura média, algum volume, untuoso, de boa acidez, não muito seco, com fruta citrina e fruta amarela fresca em equilibro com as notas de barrica, sem marcar e finalizar longo e persistente.
Curiosidade para o reencontrar com mais algum tempo de garrafa.

sábado, 4 de março de 2017

O Consumidor (a)Prova e os Vinhos Acima de 15€

A iniciativa O Consumidor (a)Prova marcou presença na sua quarta edição, pela primeira vez, no restaurante A Tendinha em Mem Martins, e logo com um desafio diferente de todas as outras vezes.
O desafio, nascido dos próprios participantes, seria provar vinhos de valor superior a 15€. Como sempre  nesta iniciativa, coube ao participante a compra da garrafa que pretendia levar para a prova, apenas obedecendo a algumas regras previamente estabelecidas e entregando-me previamente a mesma garrafa para que a prova fosse cega para todos os participantes.
Nesta noite teríamos três brancos, quatro tintos e dois fortificados.
Como curiosidade observar os locais onde foram comprados os vinhos, nomeadamente: Continente, Eleclerc, Garrafeira Nacional, Garrafeira São João, Jumbo e Lidl. Referindo que foi no Continente e  no Jumbo que se compraram mais garrafas. 
A média de valor dos vinhos comprados acabou por ser um pouco superior aos 15€ e situou-se nos 19,61€. Embora se tenha notado a barreira psicológica dos 20€, houve saltos acima desse valor e reparei ainda no maior esforço mental que foi comprar brancos com estes valores.
No final os vinhos da noite foram o Domingos Soares Franco Colecção Privada Moscatel Roxo 1997, o vinho com a pontuação mais elevada da noite; Druída Encruzado Reserva 2015 Branco, como o vinho branco melhor pontuado; e o Esporão Reserva 2012 como o melhor pontuado nos tintos.
Abaixo a lista completa com todas as pontuações finais.


Venha o próximo!

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